Com 25 anos de experiência, Patricia Pradal comanda nova fase da Chevron

Em busca de expansão e eficiência operacional, Patricia Pradal assume como a nova presidente da Chevron América do Sul para a área de exploração.

Patricia Pradal 3Patrícia Pradal, presidente da Chevron América do Sul. (Foto: Divulgação)

Com presença sólida na exploração offshore, produção de combustíveis e iniciativas de impacto social, a Chevron do Brasil vem ganhando espaço como peça-chave na estratégia global da petroleira norte-americana. Com mais de 100 anos de atuação no país, a empresa reforça sua posição no setor energético ao promover mudanças em seu comando regional.

Em um momento marcado por desafios e novas demandas de mercado, Patricia Pradal assume a presidência da Chevron América do Sul para os projetos de exploração e produção (Brasil, Suriname, Uruguai e Peru), depois de atuar como diretora de Desenvolvimento de Negócios e de Relações Corporativas. Ela substitui Evelyn Vilchez que, depois de dois anos à frente da empresa na região, assume uma nova posição na sede da Chevron nos Estados Unidos.

Perfil

Com 25 anos de experiência no setor, Patricia Pradal ingressou na Chevron em 2005 e desde então construiu uma trajetória ascendente, passando por áreas como desenvolvimento de negócios, planejamento estratégico, comercial e relações corporativas. Atualmente, também colabora com projetos ligados às novas energias.

Fora da companhia, tem atuação destacada em entidades do setor. É membro do Comitê Setorial de Petróleo e Gás do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP/ABEP), onde ajudou a fundar o Comitê de Diversidade. Participa ainda do conselho da Câmara de Comércio Brasil-EUA (Amcham), presidindo o Comitê de Energia; é diretora-conselheira do LIDE-Rio de Janeiro e integra o conselho da Câmara de Comércio Brasil-Texas (Bratecc).

Histórico e atuação no país

A presença da Chevron no Brasil começou em 1915, com a comercialização da marca Texaco. Em 1997, iniciou operações de upstream, participando hoje de 17 blocos exploratórios no pré-sal, nas bacias de Campos e Pelotas. Recentemente, a empresa arrematou mais 9 blocos na bacia da Foz do Amazonas, em leilão da ANP, em consórcio com a estatal chinesa CNPC. Esses ativos dependerão de licenciamento ambiental e consultas públicas antes de qualquer perfuração.

Na área de downstream, a Chevron opera a fábrica de aditivos Oronite, em Mauá (SP), além de participar da joint venture Iconic Lubrificantes, com foco em lubrificantes e graxas industriais. No varejo de combustíveis, gerencia a retomada da marca Texaco, em parceria com a rede brasileira Ipiranga, após 16 anos fora do mercado brasileiro.